Provas científicas de que a camisinha falha

1 – FDA – Food and Drugs Administration – Comité que aprova remédios e alimentos para serem consumidos nos EUA

Segundo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do Centro para Dispositivos e Saúde Radiológica, (Center for Devices and Radiological Health) pertencente ao FDA, órgão do governo americano que regula medicamentos, conforme publicado em seu folheto informativo “Condoms and Sexually Trasmitted Diseases … specially AIDS” que pode ser encontrado em

http://www.fda.gov/cdrh/consumer/condom-brochure.pdf diz o seguinte:”A maneira mais segura de evitar estas doenças (sexualmente transmissíveis) é não praticar o sexo (abstinência). Outra maneira é limitar o sexo a somente um parceiro que também se compromete a fazer o mesmo (monogamia). As camisinhas não são 100% seguras, mas se usadas devidamente, irão reduzir o risco de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS.

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SERÁ QUE A CAMISINHA FALHA?

Ainda tem gente que pensa que o uso da camisinha garante 100% contra a infecção pelo virus da AIDS. Esta pergunta pode ser respondida com fatos, contra os quais não há argumentos. Duas notícias vinda da África são chocantes e mostram quanto estão enganados os que confiam no preservativo para o combate à AIDS.

1 – A “Revista Época” ( n.485 de 03 set 2007 – pg. 19) publicou a seguinte noticia:

AFRICA DO SUL – UM TRÁGICO RECALL DE CAMISINHAS

“O Departamento de Saúde pediu um recall de 20 milhões de camisinhas distribuídas à população, depois de descobrir que o fabricante subornou um funcionário do governo para aprovar produtos defeituosos. O índice de contaminação por HIV no país é de 14% da população, um dos mais altos do mundo.”

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AIDS: Preservativo?

No mundo já se gastaram bilhões de dólares desde 1970 para promover os anticoncepcionais e o “sexo seguro” entre os adolescentes. É tempo de perguntar-nos: O que se conseguiu com tanto dinheiro?

 

Incrivelmente, os líderes o “sexo seguro” e os promotores dos preservativos que nos meteram nesta confusão, ainda continuam determinando as políticas em relação à sexualidade do adolescente. Suas idéias fracassaram e é tempo de voltar a formulá-la.

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