O cárcere do corpo

Na sociedade atual, a mulher se sente livre.  É importante e legítimo que ela tenha alcançado diversos direitos, porém se analisarmos com sensatez, ela é também escrava. Da mídia, da moda, dos homens que só são “machos” muitas vezes.  Não se dá importância ao papel primordial da mulher, ao qual ninguém pode substituir, de educadora e  formadora na família e administradora do lar. Por outro lado, no âmbito do trabalho, lhe são negados direitos de corresponder à sua vocação como mãe, através de imposições que interferem nas suas decisões quanto a ter filhos ou não, e consideram apenas as regras do livre mercado.  Mas de quem é a culpa?

Muito se trabalhou para corromper a sociedade corrompendo-se estrategicamente a mulher. Hoje, é ela mesma quem não faz por merecer o respeito que lhe é devido.  Cada vez mais, ela sucumbe aos ditames da moda e da mídia, que a tornam sempre mais vulgar, algo com que também a ideologia homossexual exulta, obviamente. (Um exemplo é a abominável  moda do shortinho, a que se tem assistido, desafortunadamente, nos últimos tempos.)  Há que se ressaltar  o caso da  mulher brasileira, que é vista em vários locais do mundo  como alguém desprovida de pudor. O homem, por outro lado, cai na mesma armadilha.  Rebaixa-se também à devassidão sexual, faz da mulher objeto e é tratado  por esta da mesma maneira.

Parece não haver mais “pessoas”, somente instrumentos de prazer  e de uma suposta “beleza”.  Mostra-se e oferece-se  o corpo a qualquer um que o queira ver ou ter e dissemina-se a cultura do “ninguém é de ninguém” . Por isso, cada vez mais, muitos não encontram alguém com quem partilhar a própria vida e ficam sozinhos .  Além disso, aumenta o número de  divórcios, de infidelidades conjugais, de famílias desintegradas.

Uma mulher modesta no seu vestir e prudente no seu agir  continua sendo, não obstante a cultura pornográfica e hedonista,  a que é buscada pelos verdadeiros homens, aqueles que também não perderam a sua dignidade.  Seguindo o caminho do respeito pela pessoa humana, inclusive em sua dimensão corporal, pode-se reafirmar o valor da mulher  e resgatar estruturas sociais como o matrimônio e a família.

Preparamos esse vídeo para destacar, aos que ainda não perceberam, a armadilha em que o ser humano cai quando concorda e difunde a mentalidade de permissivismo sexual e de menosprezo pelo valor da intimidade e da respeitabilidade do próprio corpo.

                                                                                                                             Equipe de Humanizando o Sexo

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