A moralidade sexual por C.S. Lewis

O famoso autor das Crônicas de Nárnia, discorre um capítulo dedicado sobre a moralidade sexual em um outro livro de grande importância o “Cristianismo Puro e Simples”. Consideremos a moralidade cristã no que diz respeito à questão do sexo, ou seja, o que os cristãos chamam de virtude da castidade. Não se deve confundir a regra cristã da castidade com a regra social da “modéstia”, no sentido … Continuar lendo A moralidade sexual por C.S. Lewis

O hábito do amor

Quando se diz que o amor é uma virtude, as pessoas costumam não entender nada. Afinal, tanto “amor” quanto “virtude”, nos dias de hoje, são termos cujo significado aparentemente perdeu-se na noite dos tempos. Mas vamos lá; a questão é importante demais para que possamos deixá-la de lado. “Virtude” significa, simplesmente, um hábito que é bom. Hábito é aquilo que a gente faz tanto que … Continuar lendo O hábito do amor

Você consegue mostrar seu valor através de seus atos e aparência?

Dessa vez não vou citar livros, pesquisas acadêmicas, ou revisões bibliográficas. Meu texto de hoje é sobre uma experiência que venho vivenciando há alguns anos…

Tudo começou na minha fase de adolescência: alterações hormonais gerando oscilações de humor e intensidade nos sentimentos e sensações. Tinha dias que me sentia linda; tinha dias que me sentia horrível. Tudo o que eu vivenciava era muito intenso: se me alegrava, me alegrava muito! Se me entristecia, entristecia muito! Acho que nessa época é importante os pais e irmãos mais velhos conversarem com o adolescente e mostrarem que certo extremismo em vivências e opiniões é algo orgânico, ou seja, influenciado pelas alterações biológicas do período. O fato é que às vezes eu gostava de me arrumar e ser legal com todo mundo, e às vezes meu mau humor era visível por minhas roupas, palavras e atitudes.

Conforme fui amadurecendo e saindo da adolescência – quando percebemos que o mundo não gira ao redor de nosso umbigo – fui me dando conta de que ninguém tinha nada a ver com meu humor.Todos temos problemas, em maior ou menor grau, e lidar com as pessoas de forma grosseira só torna o dia delas pior.

Comecei com pouco: tentar ser gentil. O que custa, mesmo se não estamos bem, dar um sorriso? Oferecer ajuda? Ceder o lugar no ônibus? Agradecer olhando nos olhos? É um esforço grande ser legal quando nós não estamos bem, e pode ser que não consigamos fazer isso o dia todo, mas percebi que esse esforço melhorava meu dia.

Depois resolvi lapidar minha aparência. Se na adolescência quando eu estava bem, me vestia com maior cuidado, e quando estava mal, colocava qualquer roupa, nessa nova etapa tentei fazer algo diferente: sempre tentar me vestir bem. Não falo de usar roupas caras ou “de sair” a todo momento. Falo de colocar uma roupa limpa, passada, um brinco simples, um batom, cabelo penteado, aparência asseada. Percebi que isso transformava o modo como as pessoas me tratavam… Elas pareciam mais gentis comigo!

Resolvi usar mais saias e vestidos delicados, maquiagem leve, perfume suave, sapato bem cuidado. Eu saía de casa, mesmo que fosse para dar uma passada na padaria, e percebia que era tratada de uma maneira diferente de quando eu me vestia com camiseta e chinelo. Aparência bem cuidada exigia, também, uma postura mais digna. Decidi ler algo de etiqueta, e ser mais gentil, o máximo que eu conseguisse.

Comecei a tentar tratar as pessoas com o carinho e cuidado que eu gostaria de ser tratada.

No lar, melhorei minhas roupas. Nada de parecer uma mendiga. Se na universidade, trabalho e saída com amigos eu coloco roupas bonitas, por que, para minha própria família, vou usar qualquer trapo? Certa vez uma palestrante disse que o modo como nos vestimos mostra às pessoas como nos importamos com elas. Minha família merece carinho através de minha aparência!

Esta pequena história pessoal ilustra conselhos que ouvi uma vez: quando estamos vestidos com asseio e somos educados, as pessoas tendem a nos tratar com cuidado e gentileza. Isso porque passamos a mensagem de que nos valorizamos, e de que também valorizamos e nos importamos com os demais. Se eu mesma me valorizo, mostro que tenho dignidade, e este é o primeiro passo para o outro também enxergar meu valor.  

Devo dizer que desde que comecei essa experiência as coisas mudaram muito. É claro que não conseguimos ser legais sempre, e que há dias muito difíceis. É evidente, também, que muitas vezes as pessoas nos tratam com desprezo mesmo quando as tratamos bem. Não importa! Receber grosserias também faz parte de nosso crescimento. O propósito está feito. Você consegue mostrar seu valor através de seus atos e aparência?

Por Letícia M Barbano

Fonte: http://www.semprefamilia.com.br/ Continuar lendo “Você consegue mostrar seu valor através de seus atos e aparência?”

7 Conselhos de amor da Madre Teresa de Calcutá

Através de seus conselhos percebemos que a fundadora das Missionárias da Caridade, entendia muito bem sobre o amor. Ontem (04/09/16) a missionária que recebeu o Nobel da Paz em 1979, foi adicionada ao cânone (lista) das pessoas que tiveram a sua vida de santidade reconhecida pela Igreja Católica. 1. O amor chega a quem espera, ainda que o tenham decepcionado; a quem ainda acredita, mesmo que antes tenha … Continuar lendo 7 Conselhos de amor da Madre Teresa de Calcutá

Solteiro(a) e cheio(a) de amor pra dar, mas não consegue encontrar a pessoa ideal?

Com o título original Will you be mine? Tob & valentine’s day, em tradução livre, Você será meu? Teologia do Corpo e dia do namorados, o testemunho de Jen Settle nos ajuda a compreender que quem está solteiro não deve simplesmente ficar esperando por alguém para poder realizar-se no amor, mas pode-se desde já doar e receber muito amor. Você se lembra do Dia dos Namorados na escola, … Continuar lendo Solteiro(a) e cheio(a) de amor pra dar, mas não consegue encontrar a pessoa ideal?