Riscos psicológicos: efeitos traumáticos pós-aborto

{Aqui serão expostos pelo menos 32 efeitos traumáticos pós-aborto que foram obtidos, não de suposições, mas de vários estudos sérios que apresentam estatisticamente os dramas na vida real das mulheres que cometem o aborto.

Os estudos mostram que há uma grande diferença entre a propaganda que os grupos pró-aborto fazem e as consequências que marcam a mulher para a vida inteira.}

Apesar das afirmações da Planned Parenthood e de outros movimentos sociais pró-aborto, mulheres que praticaram aborto tendem a sofrer mais de problemas emocionais do que as que não abortaram.

SUICÍDIOS 

− A taxa é de 6 a 7 vezes maior. Dois apontamentos de registros médicos da Finlândia revelaram que mulheres que abortaram apresentavam risco entre seis e sete vezes maior de cometer suicídio no ano seguinte em comparação com as que não abortaram (1);

− Mais de 60% têm pensamentos suicidas. De acordo com um estudo recente publicado em uma importante revista científica, 31% apresentaram pensamentos de suicídio pós-aborto. Em outro levantamento, aproximadamente 60% das mulheres com transtornos pós-aborto relataram pensamentos suicidas, das quais 28% tentaram suicídio pelo menos uma vez e metade destas entre duas ou mais vezes (2);

− O risco de suicídio é 154% maior. Outro estudo com mais de 173 mil mulheres norte-americanas que praticaram aborto ou mantiveram a gestação descobriu que, durante os oito meses após o fim da gravidez, mulheres que abortaram tiveram um risco 154% maior de suicídio em relação às mulheres que levaram a gravidez até o final. (3);

− Riscos de suicídio são maiores entre as adolescentes. Mulheres jovens são 10 vezes mais propensas a tentar suicídio se praticarem um aborto nos últimos seis meses de gestação do que as que não abortaram, e entre 2 a 4 vezes mais propensas a cometer suicídio em comparação às mulheres adultas (4).

 

DEPRESSÃO

− O risco de depressão clínica é 65% maior. Um estudo longitudinal realizado com mulheres norte-americanas com controle de idade, raça, educação, estado civil, histórico de divórcio, rendimento e estado psiquiátrico anterior mostrou que aquelas que abortaram apresentaram um risco 65% maior de ter depressão clínica de longo prazo (5);

− Os riscos de depressão permanecem altos, mesmo em casos de gravidez não planejadas. Em uma amostragem com mulheres em que a primeira gravidez não foi planejada, as que abortaram tiveram um risco de depressão clínica de longo prazo significativamente maior em comparação com as que mantiveram a gestação até o fim (6).

 

TRAUMAS

65% relatam sintomas de estresse pós-traumático. Em uma pesquisa com mulheres russas e norte-americanas que praticaram aborto, 65% das mulheres norte-americanas experimentaram múltiplos sintomas de estresse pós-traumático, sintomas estes que atribuíram a culpa ao aborto. Um pouco mais de 14% apresentaram todos os sintomas necessários para um diagnóstico de estresse pós-traumático de aborto induzido e 25% afirmaram que não receberam aconselhamento adequado. Ademais, 64% disseram que se sentiram pressionadas por outros para que abortassem (7);

− Na pesquisa supracitada, 60% das norte-americanas relataram que sentiram que “uma parte delas morreu” após o aborto (7);

− A chance de ser internada é duas vezes maior. Em comparação com mulheres que mantêm a gestação, aquelas que abortam têm duas vezes mais chances de serem internadas por transtornos psiquiátricos em um período de seis meses após a gravidez (8);

− São mais atendidas em ambulatórios psiquiátricos. A análise de registros de um instituto médico da Califórnia (California Medicaid) mostra que mulheres que praticaram o aborto necessitam significativamente mais de tratamento de transtornos psiquiátricos nos ambulatórios (9);

Múltiplas patologias e arrependimentos. Um estudo com pacientes com apenas 8 semanas pós-aborto descobriu que 44% apresentavam distúrbios nervosos, 36% tinham perturbações de sono, 31% se arrependeram da decisão e 11% estavam consumindo psicotrópicos indicados por um médico (10);

− Distúrbios generalizados de ansiedade. No grupo de mulheres com nenhum histórico anterior de ansiedade, as que abortaram na primeira gravidez e engravidaram de modo não planejado foram 30% mais vulneráveis a apresentar todos os sintomas relacionados com um diagnóstico de distúrbio generalizado de ansiedade em comparação com as mulheres que mantiveram a gravidez até o final (11);

− Perturbações de sono. Em uma pesquisa realizada com mulheres sem nenhum histórico de perturbação de sono, as que abortaram apresentaram uma tendência muito maior de receberem tratamento de perturbações de sono em comparação com as que realizaram partos (aproximadamente duas vezes mais após os primeiros 180 dias). Diversos estudos apontam que vítimas de traumas costumam experimentar dificuldades para dormir (12);

− Transtornos não pré-existentes. Em um estudo feito na Nova Zelândia, as mulheres após o aborto apresentaram maiores taxas de comportamento suicida, depressão, ansiedade, uso abusivo de substâncias e outros distúrbios. A pesquisa descobriu que estes não eram transtornos pré-existentes (13).

DISTÚRBIOS ALIMENTARES E ABUSOS DE SUBSTÂNCIAS 

− 39% apresentaram distúrbios alimentares. Em uma sondagem de mulheres com transtornos pós-aborto, 39% relataram distúrbios alimentares subsequentes (14);

Aumento de risco em cinco vezes de consumo abusivo de drogas e álcool. Com exclusão das mulheres com histórico anterior de uso abusivo de substâncias, aquelas que abortam na primeira gravidez são 5 vezes mais propensas a relatar consumo abusivo subsequente de álcool e drogas em comparação com as que mantêm a gestação (15);

Consumo abusivo de substâncias em uma gravidez posterior. Entre as mulheres que deram à luz pela primeira vez, as com histórico de aborto são cinco vezes mais propensas a usar drogas, duas vezes mais propensas a consumir álcool, e dez vezes mais propensas a fumar maconha durante a gravidez em comparação com as mulheres que nunca realizaram aborto (16);

− O consumo excessivo de álcool está relacionado a outros transtornos. A ingestão excessiva de álcool após o aborto está relacionada a um comportamento violento, divórcio ou separação, acidentes de automóveis e desemprego (17).

PRESSÃO, CULPA E SOFRIMENTO REPRIMIDO

− Pressão em infringir crenças, valores e a consciência. A “decisão” de abortar frequentemente baseia-se em exigências ou ameaças de outros – mesmo quando viola as crenças e desejos da própria mulher em ter o bebê (18). Este é um fator de risco comum que ocasiona transtornos psicológicos após o aborto (19);

− 64% dos abortos envolvem pressão. Um estudo recente com mulheres que abortaram descobriu que 64% das norte-americanas relataram que se sentiram pressionadas por outras pessoas para realizar o aborto (7);

− Reações negativas são frequentes. Uma pesquisa realizada com mulheres com transtornos pós-aborto constatou que 80% experimentaram sentimento de culpa, 83% arrependimento, 79% sensação de perda, 62% raiva e 70% depressão (2);

Sofrimento negado. Após o aborto, as expectativas sociais, o sentimento de vergonha e a recusa em abordar a questão em ambientes públicos e profissionais provocam sofrimento reprimido, ocasionando sérios problemas tais como depressão clínica, distúrbios alimentares, estilo de vida auto-destrutivo e suicídio (20).

DIVÓRCIO E PROBLEMAS CRÔNICOS DE RELACIONAMENTO

− Mulheres com histórico de aborto são acentuadamente mais propensas a terem relacionamentos posteriores mais curtos e a se divorciar. Isto pode ser devido à diminuição da autoestima, maior desconfiança de homens, disfunções sexuais, abuso de substâncias, aumento dos níveis de depressão, ansiedade e facilidade de irritação (21);

− Maior índice de pobreza e monoparentalidade após abortos repetidos. Mulheres que abortam mais de uma vez (quase a metade das que procuram aborto por ano) (22) são mais propensas a se tornarem mães solteiras e a solicitar assistência pública (23);

− 30 a 50% das mulheres pós-aborto experimentam disfunções sexuais como promiscuidade, perda do prazer na relação sexual, aumento de dor e aversão ao sexo e/ou a homens (23).

NÃO há aconselhamento antes ou após o aborto, muitas gostariam de alternativas

Em uma pesquisa com mulheres norte-americanas e russas que abortaram foi observado que:

− 67% das norte-americanas afirmaram que não receberam aconselhamento prévio;

− 84% relataram que receberam aconselhamento prévio inadequado;

− 79% não foram aconselhadas sobre alternativas;

− 54% não tinham certeza sobre a decisão no momento do aborto (7).

TRAUMAS NÃO RESOLVIDOS E ABUSO INFANTIL 

− 48% das mulheres que abortam realizaram um aborto anterior (22). Mulheres que abortaram uma vez são 4 vezes mais propensas a abortar em uma nova gravidez do que as que não têm histórico de aborto (21). Isso reflete aspectos de auto-punição (26);

− Estudos identificaram fatores que colocam a mulher em risco a sofrer reações negativas pós-aborto: o sentimento de ser pressionada a abortar, falta de assistência,  ter uma crença religiosa, transtornos emocionais e psicológicos anteriores, ser adolescente, estar insegura da decisão e receber pouco ou nenhum aconselhamento antes do aborto. Uma análise de 63 estudos médicos que identificam fatores de risco concluiu que o número de mulheres que sofrem de reações emocionais negativas poderia ser drasticamente reduzido se as clínicas de aborto conscientizassem as mulheres no que concerne aos fatores de risco.

A propósito: qual a resposta da Planned Parenthood a respeito de tudo isso? Uma de suas filiais em Illinois publicou o seguinte conselho em sua página de internet:

“Você pode falar ou gritar ‘pare’ sempre que tiver pensamentos perturbadores (…) se você perceber que está fantasiando demais sobre como teria sido a criança, substitua por outra fantasia: um bebê chorando porque você não tem tempo para cuidar dele” (28).

{Neste texto foram apresentados pelo menos 32 consequências traumáticas pós-aborto, , que pode afetar qualquer mulher que realize o aborto, principalmente se ele for provocado, mas há também o risco de morte da mulher que se submete a procedimentos cirúrgicos ou aos medicamentos adquiridos no mercado negro.

Então você deve estar se perguntando, mas se realmente há tantos estudos que comprovam cientificamente todos esses efeitos negativos, porque eles não são divulgados, mas ao contrário o que acontece é uma difusão do aborto?

Porque é interessante para aqueles que lucram milhões e mais milhões por ano com a morte de bebês no ventre de suas mães, que esse tipo de informação não circule (vide documentário abaixo). Mas que circule a ideia que filho “é um problema, cujo você tem que se livrar dele”.

Pense melhor, não compensa num momento de crise tentar solucionar uma situação de gravidez indesejada, para verdadeiramente criar problemas para o futuro.

Recomendamos que se assista também o documentário Blood Money: Aborto legalizado, que apresenta relatos de mulheres que passaram pelos procedimento do aborto e suas histórias ilustram a de tantas outras jovens e mulheres, ainda apresenta a máfia que há por trás da “indústria do aborto” como é chamada.}

{} Por Equipe Humanizando o Sexo
De Clinic Quotes
Tradução: Tradutores Cristãos

Citações

  1. Gissler, Hemminki & Lonnqvist, “Suicides after pregnancy in Finland, 1987-94: register linkage study,” British Journal of Medicine 313:1431-4, 1996; and M. Gissler, “Injury deaths, suicides and homicides associated with pregnancy, Finland 1987-2000,” European J. Public Health 15(5):459 63,2005.
    2. D. Reardon, Aborted Women, Silent No More (Springfield, IL: Acorn Books, 2002).
    3. DC Reardon et. al., “Deaths Associated With Pregnancy Outcome: A Record Linkage Study of Low Income Women,” Southern Medical Journal 95(8):834-41, Aug. 2002.
    4. B. Garfinkel, et al., “Stress, Depression and Suicide: A Study of Adolescents in Minnesota,” Responding to High Risk Youth (University of Minnesota: Minnesota Extension Service, 1986); M. Gissler, et. al., “Suicides After Pregnancy in Finland: 1987-94: register linkage study,” British Medical Journal, 313: 1431-1434, 1996; and N. Campbell, et. al., “Abortion in Adolescence,” Adolescence, 23:813-823, 1988. See the “Teen Abortion Risks” Fact Sheet at http://www.unfairchoice.info/resources.htmfor more information.
    5. JR Cougle, DC Reardon & PK Coleman, “Depression Associated With Abortion and Childbirth: A Long-Term Analysis of the NLSY Cohort,” Medical Science Monitor 9(4):CR105-112, 2003.
    6. DC Reardon, JR Cougle, “Depression and unintended pregnancy in the National Longitudinal Study of Youth: a cohort study,” British Medical Journal 324:151-2, 2002.
    7. VM Rue et. al., “Induced abortion and traumatic stress: A preliminary comparison of American and Russian women,” Medical Science Monitor 10(10): SR5-16, 2004.
    8. DC Reardon et. al., “Psychiatric admissions of low-income women following abortions and childbirth,” Canadian Medical Association Journal 168(10): May 13, 2003. 9. PK Coleman et. al., “State-Funded Abortions Versus Deliveries: A Comparison of Outpatient Mental Health Claims Over Four Years,” American Journal of Orthopsychiatry 72(1):141-152, 2002.
    10. Ashton,”The Psychosocial Outcome of Induced Abortion”, British Journal of Ob & Gyn. 87:1115-1122, 1980. 11. JR Cougle, DC Reardon, PK Coleman, “Generalized Anxiety Following Unintended Pregnancies Resolved Through Childbirth and Abortion: A Cohort Study of the 1995 National Survey of Family Growth,” Journal of Anxiety Disorders 19:137-142 (2005).
    12. DC Reardon and PK Coleman, “Relative Treatment Rates for Sleep Disorders and Sleep Disturbances Following Abortion and Childbirth: A Prospective Record Based-Study,” Sleep 29(1):105-106, 2006.
  2. DM Fergusson et. al., “Abortion in young women and subsequent mental health,” Journal of Child Psychology and Psychiatry 47(1): 16-24, 2006.
    14. T. Burke with D. Reardon, Forbidden Grief: The Unspoken Pain of Abortion (Springfield, IL: Acorn Books, 2002) 189, 293
    15. DC Reardon, PG Ney, “Abortion and Subsequent Substance Abuse,” American Journal of Drug and Alcohol Abuse 26(1):61-75, 2000.
    16. PK Coleman et. al., “A history of induced abortion in relation to substance abuse during subsequent pregnancies carried to term,” American Journal of Obstetrics and Gynecology 1673-8, Dec. 2002.
    17. Benedict, et al., “Maternal Perinatal Risk Factors and Child Abuse,” Child Abuse and Neglect 9:217-224, 1985; P.G. Ney, “Relationship between Abortion and Child Abuse,” Canadian Journal of Psychiatry, 24:610-620, 1979; Shepard, et al., “Contraceptive Practice and Repeat Induced Abortion: An Epidemiological Investigation,” J. Biosocial Science 11:289-302, 1979; M. Bracken, “First and Repeated Abortions: A Study of Decision- Making and Delay,” J. Biosocial Science 7:473-491, 1975; S. Henshaw, “The Characteristics and Prior Contraceptive Use of U.S. Abortion Patients,” Family Planning Perspectives, 20(4):158-168, 1988; D. Sherman, et al., “The Abortion Experience in Private Practice,” Women and Loss: Psychobiological Perspectives, ed. W.F. Finn, et al., (New York: Praeger Publishers, 1985) 98-107; E.M. Belsey, et al., “Predictive Factors in Emotional Response to Abortion: King’s Termination Study – IV,” Social Science and Medicine 11:71-82, 1977; E. Freeman, et al., “Emotional Distress Patterns Among Women Having First or Repeat Abortions,” Obstetrics and Gynecology 55(5):630-636, 1980; C. Berger, et al., “Repeat Abortion: Is it a Problem?” Family Planning Perspectives 16(2):70-75 (1984).
    18. George Skelton, “Many in Survey Who Had Abortion Cite Guilt Feelings,” Los Angeles Times, March 19, 1989, p. 28 (question 76). See also Mary K. Zimmerman, Passage Through Abortion (New York, Prager Publishers, 1977).
    19. David C. Reardon, “The Duty to Screen: Clinical, Legal, and Ethical Implications of Predictive Risk Factors of Post-Abortion Maladjustment,” The Journal of Contemporary Health Law and Policy 20(2):33-114, Spring 2004.
    20. For more on this topic, see T. Burke, Forbidden Grief: The Unspoken Pain of Abortion (Springfield, IL: Acorn Books, 2002).
    21. Shepard, et al., “Contraceptive Practice and Repeat Induced Abortion: An Epidemiological Investigation,” J. Biosocial Science 11:289-302, 1979; M. Bracken, “First and Repeated Abortions: A Study of Decision-Making and Delay,” J. Biosocial Science 7:473-491, 1975; S. Henshaw, “The Characteristics and Prior Contraceptive Use of U.S. Abortion Patients,” Family Planning Perspectives, 20(4):158-168, 1988; D. Sherman, et al., “The Abortion Experience in Private Practice,” Women and Loss: Psychobiological Perspectives, ed. W.F. Finn, et al., (New York: Praeger Publishers, 1985) 98-107; E.M. Belsey, et al., “Predictive Factors in Emotional Response to Abortion: King’s Termination Study – IV,” Social Science and Medicine 11:71-82, 1977; E. Freeman, et al., “Emotional Distress Patterns Among Women Having First or Repeat Abortions,” Obstetrics and Gynecology 55(5):630-636, 1980; C. Berger, et al., “Repeat Abortion: Is it a Problem?” Family Planning Perspectives 16(2):70-75 (1984).
    22. “Facts in Brief: Induced Abortion,” The Alan Guttmacher Institute (www.agi-usa.org), 2002.
    23. Speckhard, Psycho-social Stress Following Abortion, (Kansas City, MO: Sheed & Ward, 1987); and Belsey, et al., “Predictive Factors in Emotional Response to Abortion: King’s Termination Study – IV,” Social Science & Med.icine 11:71-82, 1977.
    24. Priscilla K. Coleman, et. al., “Associations between voluntary and involuntary forms of perintal loss and child maltreatment among low-income mothers,” Acta Paediatrica 94, 2005.
    25. Benedict, et al., “Maternal Perinatal Risk Factors and Child Abuse,” Child Abuse and Neglect 9:217-224, 1985; P.G. Ney, “Relationship between Abortion and Child Abuse,” Canadian Journal of Psychiatry, 24:610-620, 1979. See also Reardon, Aborted Women, Silent No More (Springfield, IL: Acorn Books, 2002) 129-30, which describes a case of woman who beat her three year old son to death shortly after an abortion which triggered a “psychotic episode” of grief, guilt, and misplaced anger.
    26. Leach, “The Repeat Abortion Patient,” Family Planning Perspectives 9(1):37-39, 1977; S. Fischer, “Reflection on Repeated Abortions: The meanings and motivations,” Journal of Social Work Practice 2(2):70-87, 1986; B. Howe, et al., “Repeat Abortion, Blaming the Victims,” Am. J. of Public Health 69(12):1242-1246, 1979.21. David C. Reardon, “The Duty to Screen: Clinical, Legal, and Ethical Implications of Predictive Risk Factors of Post-Abortion Maladjustment,” The Journal of Contemporary Health Law and Policy 20(2):33-114, Spring 2004.
    28.Quoted in Valerie Meehan “Hidden Pain: Silent No More” The American Feminist, Winter 2002 to 2003
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