Homens, sigam esses 7 conselhos se não quiserem destruir seu casamento!

Há vários motivos que põem relacionamentos conjugais em crise. Em seu livro “Uomini che imparano ad amare” [“Homens que aprendem a amar“, em livre tradução do título], o autor italiano Antonello Vanni explica a crise matrimonial do ponto de vista masculino, apontando alguns erros que se cometem no cotidiano.

Para superar esses erros, aqui vão 7 sugestões:

1) Pergunte-se quais são os seus momentos felizes

Quais são os momentos em que você realmente se sente feliz com a sua esposa, satisfeito com a sua relação e, principalmente, graças ao seu relacionamento, motivado em tudo o que faz na vida? Um erro muito comum é o de não se fazer este exame de consciência, não se perguntar sobre isto. Só com essas reflexões é que se enxerga o que não está indo bem e onde é preciso melhorar. [E claro, sabendo desses momentos, procurar cultivá-los!]

2) Nas discussões, respire fundo e pergunte-se o que você realmente quer

Se acontecer de você discutir com ela, afaste-se um momento e pergunte a si mesmo, depois de respirar profundamente: “Afinal, o que é que eu realmente quero desta mulher que é a minha esposa? No fundo do meu coração, o que eu estou pedindo dela neste momento? Por que estou sentindo esta raiva, ressentimento e tensão?”.

3) Aja com mais responsabilidade

Em vez de esperar que a esposa mude (ou que qualquer outra pessoa mude), podemos sempre mudar nós mesmos para melhor: na nossa forma de agir, de enxergar o relacionamento, de viver e cultivar o matrimônio, de agir com responsabilidade para que o casamento seja feliz.

Raiva, ressentimento, humilhação, ofensa, mágoa, frustração, tristeza, sensação de abandono, solidão, medo… São apenas alguns dos sentimentos que se podem experimentar. Temos de reconhecer e controlar com mais clareza as emoções que sentimos e os comportamento destrutivos causados por essas emoções. Assim podemos dar ao nosso casamento a chance de florescer mais ainda (se já somos felizes) ou de se recuperar das “doenças” que o afligem (se nos sentimos em crise).

4) A prioridade não é o sucesso pessoal

É comum o risco de viver entre dinheiro e carreira, sempre longe de casa, em busca do “sucesso” material, esquecendo-se da vida amorosa e familiar e, por conseguinte, provocando esfriamento e afastamento matrimonial. Se não estamos de fato presentes para a mulher que nos ama e a quem amamos, é sério o perigo de perdê-la. [É importante salientar que mesmo naquela situação em que o homem é o único ou o maior provedor da família, ele deve se esforçar em fazer-se presente no meio dela o máximo possível].

5) Não a ignore!

Vocês estão jantando, mas você come depressa e termina antes. Ela está contando sobre a jornada pesada, as crianças, a escola, o trabalho, as tarefas domésticas… Sim, você também teve um dia difícil e ela está sempre repetindo as mesmas [coisas]. Então você se levanta da mesa e vai para o sofá, trocando a esposa pela TV. Coloque-se na pele da sua mulher.

Situações triviais como esta parecem insignificantes, mas é nas pequenas coisas que nós, homens, temos que aprender a ser mais atenciosos; temos que aprender a amar mais. [E não somente espere que ela conte como foi seu dia, ou sobre algo que fez ou irá fazer, pergunte, se ofereça para ajudar de alguma forma].

6) Cuide das velhas feridas

Outro grande obstáculo para a felicidade do casamento é a dor causada pelas pequenas feridas que homens e mulheres se infligem no dia-a-dia.

O que fazer? É importante, primeiro, saber quais são as feridas que há dentro de nós e quando e por que elas voltam a se abrir. Reconhecer as velhas cicatrizes é um passo importante para curá-las.

[As vezes essas feridas podem ser pessoais, relacionadas a algum trauma vivido ou presenciado, é importante a abertura até mesmo para que aja uma maior compreensão mútua.] Se necessário, procure ajuda externa: um psicólogo, um diretor espiritual, um sacerdote atencioso.

7) Liberte-se do vício em pornografia

A dependência da pornografia online impede o amadurecimento da sexualidade ligada à afetividade e tende a se tornar um vício cada vez mais destrutivo, que pede imagens cada vez mais violentas e doentias.

Parece estranho, mas, justamente numa época em que achamos ter atingido o máximo da liberdade pessoal, somos, talvez, mais escravos do que fomos em qualquer época anterior. Nunca houve nenhum tempo em que, como hoje, fomos tão escravos de todo tipo de dependência voltada a gerar lucros exorbitantes para alguns às custas da nossa própria saúde e paz interior: drogas (ilícitas e “lícitas”), jogo compulsivo, pornografia, gula, bebida, internet, redes sociais, “vida” social de aparências… Tudo isso nos mantém acorrentados, intoxicando-nos e intoxicando o nosso relacionamento com quem amamos, privando-nos de uma vida plena e construtiva; de uma vida real.

[Além de que o consumidor de pornografia como já mencionamos em várias vezes aqui, como a disfunção erétil, tende também, a fazer com que o homem queira reproduzir aquilo que vê nos filmes nos seus relacionamentos, ou seja, distorce a realidade de uma entrega de amor mútuo, para tratar a mulher como se fosse uma atriz pornô.

Por fim, reiteramos a necessidade do homem diante de si a sua missão de defender, promover e zelar pela família, enquanto homem, esposo e pai, e caso você não esteja consciente disso, você poderá falhar na sua missão, mesmo que tenha tudo isso].

 

[ ] Por Christian Pacheco

Fonte: Aleteia

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