Muitas atrizes pornô vistas online estão na verdade mortas e enterradas… o “trabalho” as matou

Mais cedo este ano, a atriz pornô Olivia Nova (nome real Alexis (Lexi) Rose Forte), de 20 anos, foi encontrada morta em Las Vegas. Ela se dizia “solitária” e ainda enlutada pela morte de seu namorado, que morreu de overdose.

Em dezembro, outra atriz pornô, Yuri Luv (nome real Yurizan Beltran), também morreu de overdose, e alguns dias depois, August Ames (nome real Mercedes Grabowski) se enforcou depois de ser ameaçada online por “guerreiros da justiça social”, que ficaram furiosos porque Ames se recusou a filmar cenas com um ator que também havia feito cenas gays, para evitar o risco de DSTs.

Essas razões não foram boas o bastante para os progressistas, que desprezaram o suicídio como se “ela merecesse”. E afinal, o que tem de mais na morte de outra atriz pornô?

Há muitas razões para não assistir pornografia, e eu já escrevi muitas vezes neste espaço detalhando essas razões: a banalização da cultura do estupro, a criação de vícios, a destruição de casamentos e famílias, e até a rápida propagação da disfunção erétil.

Mas há outra razão para não assistir pornografia: A simples compaixão pelas mulheres e meninas que foram esmagadas e abandonadas por essa indústria.

Até Miriam Weeks—também conhecida como Belle Knox, a “Atriz Pornô da Duke University”—que uma vez descreveu a pornografia como “libertadora e empoderadora e a forma como o mundo devia ser” numa entrevista na CNN, depois admitiu em entrevistas que a indústria pornô arruinou sua vida.

Não é surpresa que a intensa violência da indústria pornô esteja arruinando as mulheres e meninas que acabam se vendendo a isso.

“Depois que [as atrizes] estão na indústria, elas apresentam altas taxas de abuso de substâncias, normalmente álcool e cocaína, depressão, transtorno de personalidade borderline”, notou a pesquisadora Dra. Mary Anne Layden, uma especialista na indústria pornográfica.

“A experiência que vejo como mais comum entre as atrizes é que elas precisam estar embriagadas, entorpecidas ou alteradas para trabalharem. O ambiente de trabalho delas é particularmente tóxico[…] A terrível vida de trabalho da atriz pornográfica é quase sempre seguida por uma igualmente terrível vida doméstica. Elas têm um risco maior de doenças sexualmente transmissíveis (incluindo HIV), violência doméstica, e tem cerca de 25% de chance de ter um casamento que dure no máximo três anos.”

Tais coisas são um segredo conhecido dentro da indústria pornô. Um ator pornô que atuou em 600 filmes com mais de 3.000 mulheres afirmou que todos no mundo pornô tem herpes, tanto homens quanto mulheres. A estimativa da Dra. Sharon Mitchell era um pouco menor – ela calculou 66%, sem incluir outros 12-28% com outras DSTs e 7% com HIV.

Para lidar com esse estilo de vida, os atores pornôs caem no abuso de substâncias. Erin Moore, uma atriz pornô, disse bruscamente: “as drogas com que chapávamos eram ecstasy, cocaína, maconha, Xanax, Valium, Vicodin e álcool.”

Perguntei a minha amiga Jessica Neely, uma ex-atriz pornô, se o suicídio era comum na indústria pornô: “Bem, 100% dos sobreviventes [dessa indústria] que conheço tentaram [suicídio], então não sei,” ela me disse. “Conheço três da minha época que estão vivos agora”. Quando perguntei sobre a taxa de abuso de substâncias, a resposta foi igualmente sombria “100%”.

Jessica perdeu muitos amigos.

“No final, com a ocultação do HIV, vi que todos íamos morrer de um jeito ou de outro,” disse ela. “As ocultações do HIV eram para retirar a opção de escolher. Era assassinato. Estávamos matando a nós mesmas.”

Pense nisso um momento: A maioria das atrizes que os usuários de pornografia estão assistindo estão mortas.

Eles se excitam com a visão de mulheres e meninas que estão em caixões, porque a indústria que as explora, para o prazer dos usuários de pornografia, as levou às drogas, bebidas, e morte. Há algo verdadeiramente mal e perverso com milhões de homens gastando milhões de horas num estado de excitação sexual com atrizes condenadas, que destruirão suas vidas nos poucos anos que gastam na indústria pornô. Sensualidade levando à carnificina.

Se você assiste pornografia, saiba que está contribuindo com a exploração e vitimização das meninas que você usa para “bater uma.”

Saiba que quando o diretor grita “corta”, e você termina de ver o vídeo, aquelas pessoas miseráveis, fingindo para o seu entretenimento, provavelmente vão consumir drogas e álcool para ter que lidar com a experiência.

E saiba que no final do dia, seu hábito contribui para o suicídio de jovens meninas que não conseguem lidar com o fato de ser um objeto sexual para seu prazer, dia após dia.

[A pornografia não apenas vicia; destrói relacionamentos; causa uma série de problemas sociais, fisiológicos e psicológicos; mata o amor; ela também faz isso com aquelas pessoas que estão atrás das câmeras.]  Continuar lendo “Muitas atrizes pornô vistas online estão na verdade mortas e enterradas… o “trabalho” as matou”

Testes durante o Carnaval identificam aumento em casos de HIV e outras DST’s

Os preservativos, não são eficazes contra o vírus HIV e cresce todos os anos o número de pessoas que contraem o vírus. Continuar lendo Testes durante o Carnaval identificam aumento em casos de HIV e outras DST’s

A verdade por trás da fantasia da pornografia

Por Shelley Lubben – ex-atriz pornô, dedicada a todas as atrizes pornô que contraíram HIV, morreram por overdose de drogas e cometeram suicídio.   Os filmes cheios de pornografia que apresentam louras recém tingidas, cujos expressivos olhos falam “Te desejo”, é muito possivelmente uma das maiores decepções de todos os tempos. Acredite em mim, eu sei. Eu fiz isso o tempo todo, pela luxúria do … Continuar lendo A verdade por trás da fantasia da pornografia

Provas científicas de que a camisinha falha

1 – FDA – Food and Drugs Administration – Comité que aprova remédios e alimentos para serem consumidos nos EUA

Segundo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos do Centro para Dispositivos e Saúde Radiológica, (Center for Devices and Radiological Health) pertencente ao FDA, órgão do governo americano que regula medicamentos, conforme publicado em seu folheto informativo “Condoms and Sexually Trasmitted Diseases … specially AIDS” que pode ser encontrado em: http://www.fda.gov/cdrh/consumer/condom-brochure.pdf diz o seguinte:”A maneira mais segura de evitar estas doenças (sexualmente transmissíveis) é não praticar o sexo (abstinência). Outra maneira é limitar o sexo a somente um parceiro que também se compromete a fazer o mesmo (monogamia).

As camisinhas não são 100% seguras, mas se usadas devidamente, irão reduzir o risco de doenças sexualmente transmissíveis, inclusive AIDS.

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